20 de abril de 2014

Nossa Páscoa e nossa honra


Páscoa para mim é motivo de celebração. Ela representa a passagem de uma vida cativa para a liberdade. Se antes a razão da comemoração era a saída de Israel da escravidão do Egito para a terra da promessa, agora temos nossa passagem de uma vida de pecado para a salvação através do sacrifício de Cristo. E, como se morrer por mim não bastasse, Cristo é poderoso o suficiente para ressuscitar ao terceiro dia! 


É claro que meu coração fica apertadinho quando penso nos cravos, na coroa de espinhos, na cruz que Jesus carregou e nos golpes que o feriram. Mas, mesmo sabendo de toda dor, ele não desistiu de mim. Mas acho que nenhuma dessas dores físicas superou aquela de ter o Pai virando suas costas quando ele levou sobre si os meus pecados. E, de novo, Ele não desistiu de mim! 


Por amor, o Senhor me criou. Mas eu ainda assim pequei contra Ele. Só que em todo seu infinito amor, Deus manda seu filho perfeito, sem pecado algum, para me salvar. Porque só alguém livre pode libertar quem está preso. E o preço já foi pago. Diante dessa realidade, eu tenho uma escolha: viver para Ele ou não.


Como Rodolfo Abrantes já resumiu por aí, se Ele morreu por mim, então eu vou viver por Ele. E essa é minha decisão. Só que a partir dessa escolha, tenho um longo (e estreito) caminho pela frente. E não importa se foi ontem, hoje, ou há cinquenta anos que decidi seguir a Cristo. O caminho é o mesmo, mas a cada dia o Senhor o renova, com novos desafios, surpresas e experiências com Ele.


Então, uma vez no caminho, a gente precisa fazer outra escolha: como segui-lo! Paulo, escrevendo aos cristãos da igreja de Corinto, diz o seguinte: “Não é boa a vossa jactância. Não sabeis que um pouco de fermento faz levedar toda a massa? Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós. Por isso façamos a festa, não com o fermento velho, nem com o fermento da maldade e da malícia, mas com os ázimos da sinceridade e da verdade I Coríntios 5:6-8. 


Cristo é nossa Páscoa, nossa libertação! É por tudo que essa verdade traz em si que precisamos trilhar uma vida digna de quem foi salvo pela graça. Em As Crônicas de Nárnia, na cerimônia de coroação, Lewis escreve que "Quem é coroado rei ou rainha em Nárnia será para sempre rei ou rainha. Honrem a sua realeza, Filhos de Adão! Honrem a sua realeza, Filhas de Eva!"


Se decidimos ter Cristo como nosso Senhor e Salvador, então já fomos coroados como filhos e filhas de Deus! Vamos honrar nossa realeza!






Amanda Almeida
Estudante de Comunicação Social na UFMG
Twitter: @mandyalmeida
Frase: Apaixonada por Aquele que me amou primeiro!


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