2 de maio de 2013

As boas maneiras fora de casa (parte 1)


Táxis
Se alguém fez o sinal chamando o taxi que se aproxima, não aproveite o momento para passar-lhe à frente carro adentro. A menos, é claro, que não se importe de ouvir reclamações formuladas Deus sabe como! É a resposta pela sua descortesia.

Estacionando o carro
Não cometa o gesto antidesportivo de ocupar, numa manobra hábil e rápida, a vaga que outro motorista aguardava antes de você. Pode parecer ate divertido, mas costuma gerar encrencas. Quantas vezes um gesto bem educado, ou o respeito para com os direitos do próximo, evita uma discussão de conseqüências imprevisíveis. Donde se conclui que as boas maneiras e a cordialidade para com os estranhos vão além da elegância. Agem em nossa própria salvaguarda.

Em dias de chuva
Se estiver guiando o carro, evite as poças d’água junto às calcadas. É crueldade respingar as pessoas que transitam a pé.
E igual crueldade entrar no coletivo com o guarda chuva encharcado e permitir que ele respingue nos outros.

Nas filas
Não se aproveite da presença de um amigo nos primeiros lugares, para pedir que lhe ceda lugar. Se pensa que aqueles que esperam pacientemente não perceberam a sua manobra, engana-se. Ninguém é ingênuo a ponto de acreditar que o amigo estava guardando o seu lugar enquanto você procurava estacionar o carro. (Ou outra desculpa). O que acontece – e de que você se beneficia- é que as pessoas não reclamam porque estão em filas cumprindo compromissos e não para ensinarem boas maneiras aos mal educados.

Nos cinemas
Ao chegar atrasado ao cinema, procure não incomodar uma fila inteira ao entrar. E por favor, peça desculpas ao passar.
As regras são elementares. Por ex., não fazer reflexões em voz alta durante a exibição do filme, não aplaudir, não fazer barulho exagerado com os papeis de balas e bombons, não empurrar os encostos das cadeiras com os joelhos, não rir alto, não atirar bolinhas, não manifestar desagrado se alguém comete deslizes de cortesia, não deixar o lixo, não namorar a ponto de enrubescer o próximo e tanto o mais.
Todos esses preceitos são rudimentares e, pelo obvio, não deveria, sequer ser mencionados. Mas, como sabemos, é o oposto o que acontece. Entretanto, seria tão simples estabelecer uma regra única! Bastava dizer apenas: SILENCIO. Nada mais. E os espectadores teriam reconquistado do direito de assistir com um mínimo de tranqüilidade ao filme pelo qual pagaram.

Em outros lugares, no próximo post.


Camila Verçosa, 26 anos, Estudante no Seminário Teológico Carisma.
Solteira, Blog Pessoal:http://camilavercosa.blogspot.com.br/
Twitter: @camilavercosa
Frase: Articulista do savoir-vivre. E tudo, mesmo, começou com o amor do Cristo por nós.




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