11 de abril de 2013

As boas maneiras fora de casa


É no relacionamento com os estranhos que se pode medir o grau de civilização de uma pessoa. As boas maneiras não perdem os seus direitos quando deixamos nossas casas. Elas modificam-se para adaptar-se às circunstâncias e aos lugares, mas assumem grande importância no setor do relacionamento humano. Aliás, muitos incidentes desagradáveis seriam evitados se todos observassem a disciplina imposta pela boa educação e pela tolerância nos lugares públicos.


Engana-se quem pensa que ser moderno é sentir-se o dono das ruas, do transito, das salas de espetáculos, dos restaurantes etc. Nestes lugares, como em todos os lugares públicos, existem normas de etiqueta que, aliás são iguais (por direito) para todos os usuários. Nas ruas e nas estradas, por exemplo, as normas para os que conduzem veículos visam, principalmente, nivelar a todos. Assim com as normas para fora de casa.


Tratarei, portanto, das regras:

- Nas ruas,

- Nas calçadas,

- Entradas e saídas,

- Taxis,

- Estacionando o carro,

- Em dias de chuva,

- Nos cinemas,

- Nos teatros e salas de concertos, (o aplauso)

- Nas escadas,

- Nas praias,

- No elevador, os sem cabineiros e os comerciais.

- No restaurante

- Comportamento no ambiente de trabalho.

 
Definitivamente, ser moderno, não é uma justificativa para a falta de educação. Desconsiderar os menores é tão grave e tão contrario às regras mais elementares de polidez como exceder-se no oposto, isto é, na familiaridade. Há uma fronteira quase imperceptível que separa a cordialidade e a desenvoltura da vulgaridade ou da falta de tato.


Em resumo: a elegância, ao abandonar o formalismo dos velhos tempos, não só abrandou como eliminou algumas formulas demasiado rígidas. Por outro lado, passou-se algo surpreendente: ela tornou-se mais exigente em outros pontos, especialmente no tocante aos deveres de cortesia para com aqueles que não conhecemos e que, por sua vez, não nos conhecem. (Grifo meu). A boa educação para com os estranhos é prova de alto índice de civilização.


Até os próximos. Cordialmente,


Camila Verçosa, 26 anos, Estudante no Seminário Teológico Carisma.
Blog Pessoal:http://camilavercosa.blogspot.com.br/
Twitter: @camilavercosa
Frase: Articulista do savoir-vivre. E tudo, mesmo, começou com o amor do Cristo por nós.

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