19 de julho de 2013

O Lar Cristão: marido e mulher



22 Vós, mulheres, sujeitai-vos a vossos maridos, como ao Senhor;

23 Porque o marido é a cabeça da mulher, como também Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele próprio o salvador do corpo. 

24 De sorte que, assim como a igreja está sujeita a Cristo, assim também as mulheres sejam em tudo sujeitas a seus maridos.

25 Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela, 

26 Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, 

27 Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.

28 Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.

29 Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; 30 Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos.

31 Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.

32 Grande é este mistério; digo-o, porém, a respeito de Cristo e da igreja.

33 Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher respeite o marido. 

(Efésios 5:22-33)



Se somos cristãos, devemos demonstrar esse fato em todas as áreas da vida.

- no serviço

- no convívio social

- e no lar


O relacionamento entre marido e mulher é representado aqui como paralelo do relacionamento entre Cristo e a igreja (v. 25-32).

Paulo exorta ao amor e à dedicação mútua.

Ele NÃO sugere, de modo NENHUM, que o homem tenha direito de fazer de sua mulher uma ESCRAVA.

Um depende do outro, pois cada um tem funções diferentes na sociedade.

Cada um serve melhor a si mesmo quando serve ao cônjuge (v. 25-32).


Quem ama sua esposa ama a si mesmo: MARIDOS ATENTEM PARA ISSO!


v 25 Maridos, amai.

Paulo NÃO enfatiza a autoridade do marido; pelo contrário, ele exorta os maridos a amar a esposa sacrificando a si mesmo por ela. Devemos imitar o amor de Cristo, o tipo de amor que está disposto a entregar a vida pela outra pessoa e servi-lhe, ainda que isso signifique sofrimento. Em primeiro lugar, Cristo amou tanto a Igreja que se dispôs a sofrer e a morrer por ela, suas ações não somente a salvaram, mas também a santificaram.


Em outras palavras, Jesus queria levar a Igreja a ser o que ela deveria ser, o templo santo de Deus.


Por: Gustavo Góes
Twitter: @gustavogoess

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