20 de julho de 2012

Dona de casa, um deleite?


Nos dias atuais, chega a ser ofensa para uma mulher ser chamada de dona de casa, pois o termo vem carregado de preconceito, dispensado, muitas vezes, por nós mesmas, mulheres!

Os valores foram invertidos, afinal desse criança aprendemos a investir na formação e carreira, livrando-se da dependência dos maridos, o que era comum antes. Ser dona de casa incomoda. O trabalho é visto como atividade secundária. É um trabalho estressante.

Entretanto, é no lar, onde a dona de casa atua, que se forma o núcleo familiar, é onde se forma a estrutura do ser humano. Lá, é o nosso primeiro contato com o mundo, com hábitos de higiene, de nutrição, de afetos e com responsabilidades.

Toda mulher cristã deve saber administrar o lar, conduzindo-o ordeiramente. É uma lástima ver que tantas médicas, advogadas, psicólogas, secretárias executivas, pastoras, etc., são incapazes de cozinhar, passar, manter sua casa limpa e bem-cuidada. Tais mulheres descumprem uma ordem clara do Evangelho quanto ao seu papel no lar. Temos de tomar cuido para não sermos mulheres cristãs antibíblicas.

Ser dona de casa não é vergonha para nenhuma mulher. Ser dona de casa de corpo e alma demostra sua gratidão a Deus por ter criado você, revela sua obediência à Palavra de Deus.

Toda mulher sábia edifica a sua casa; mas a tola a derruba com as próprias mãos. (Provérbios 14:1)

Portanto, quer comais quer bebais, ou façais outra qualquer coisa, fazei tudo para glória de Deus. 
(1 Coríntios 10:31)

É chegado o momento de tirar todo sofisma da nossa mente; podemos trabalhar, estudar, fazer grandes coisas, mas jamais deixar a casa ou família para depois.

Pense nisso!


Por: Priscila Vidal

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